sexta-feira, 2 de junho de 2017


Resultado de imagem para ORIGEM DA FESTA JUNINA

FESTA JULINA

Na época da colonização do Brasil, após o ano de 1500, os portugueses introduziram em nosso país muitas características da cultura europeia, como as festas juninas.
Mas o surgimento dessas festas foi no período pré-gregoriano, como uma festa pagã em comemoração à grande fertilidade da terra, às boas colheitas, na época em que denominaram de solstício de verão. Essas comemorações também aconteciam no dia 24 de junho, para nós, dia de São João.
Essas festas eram conhecidas como Joaninas e receberam esse nome para homenagear João Batista, primo de Jesus, que, segundo as escrituras bíblicas, gostava de batizar as pessoas, purificando-as para a vinda de Jesus.
Assim, passou a ser uma comemoração da Igreja Católica, onde homenageiam três santos: no dia 13 a festa é para Santo Antônio; no dia 24, para São João; e no dia 29, para São Pedro.
Os negros e os índios que viviam no Brasil não tiveram dificuldade em se adaptar às festas juninas, pois são muito parecidas com as de suas culturas.
Aos poucos, as festas juninas foram sendo difundidas em todo o território do Brasil, mas foi no nordeste que se enraizou, tornando-se forte na nossa cultura. Nessa região, as comemorações são bem acirradas – duram um mês, e são realizados vários concursos para eleger os melhores grupos que dançam a quadrilha. Além disso, proporcionam uma grande movimentação de turistas em seus Estados, aumentando as rendas da região.
Com o passar dos anos, as festas juninas ganharam outros símbolos característicos. Como é realizada num mês mais frio, enormes fogueiras passaram a ser acesas para que as pessoas se aquecessem em seu redor. Várias brincadeiras entraram para a festa, como o pau de sebo, o correio elegante, os fogos de artifício, o casamento na roça, entre outros, com o intuito de animar ainda mais a festividade.
As comidas típicas dessa festa tornaram-se presentes em razão das boas colheitas na safra de milho. Com esse cereal são desenvolvidas várias receitas, como bolos, caldos, pamonhas, bolinhos fritos, curau, pipoca, milho cozido, canjica, dentre outros.

Jogos de Festa Julina

terça-feira, 16 de maio de 2017



MITOS, LENDAS E HISTÓRIAS QUE O POVO CONTA 

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As lendas no Brasil são de inúmeras variedades, influenciadas diretamente pela miscigenação do povo brasileiro. Devemos considerar que lenda não significa mentira, nem mesmo verdade absoluta. O que podemos e devemos deduzir é que uma história para ser criada, defendida e o mais importante, ter sobrevivido na memória das pessoas, deve ter no mínimo algum fato verídico. Muitos historiadores, pesquisadores, folcloristas e outros profissionais que estudam sociedades, tendem a afirmar que lendas, são apenas frutos da imaginação popular, porém as lendas em muitos povos são “os livros na memória dos mais sábios”.

A diferença entre mito e lenda é que mito é o personagem enfatizado na lenda, portanto a lenda é a história sobre um determinado mito.

Lendas mais comuns nas regiões do Brasil:

Região Norte: – O Boto – Vitória-Régia – Curupira ou Caipora – Mapinguari – Boitatá – Saci-Pererê – A Origem do Pirarucu – A Origem do Peixe-Boi – Capelobo – Mula- Sem- Cabeça – Lobisomen – A Origem da Mandioca – Onça Maneta – Onça- Boi – A origem da Lua – A Origem do Guaraná – Iara – Cuca – A origem do Sol – O Diabinho da garrafa – Cobra -Honorato – Matita Perêra – Bicho Papão

 Na Região Nordeste:– Vaqueiro Misterioso – Negro D’Água – Cabra Cabriola – Cuca – O Diabinho da garrafa – Quibungo – Lobisomen – Saci-Pererê – Capelobo – Mula- Sem- Cabeça – Origem da Mandioca – Caipora e Curupira – Bicho- Papão – Bicho-Homem – Cabeça de Cuia

Na Região Centro-Oeste: – Saci- Pererê – Nedro-D’Água – Caipora e Curupira – Arranca-Línguas – Onça maneta – Cuca – Lobisomem – Bicho- Papão – Diabinho da Garrafa – Pai do Mato

Na Região Sudeste – Onça maneta – Cuca – Lobisomem – Bicho- Papão – Procissão das almas – Mão cabeluda – Caipora e Curupira – O Diabinho da garrafa – Quibungo – Saci-Pererê – Mula- Sem- Cabeça

Na Região Sul – Cuca – Lobisomem – Bicho- Papão – Saci-Pererê – Mula- Sem- Cabeça – O Diabinho da garrafa – A Gralha Azul – O Negrinho do Pastoreio – Procissão das almas – Mão cabeluda – Caipora e Curupira – João de Barro – Pé de Garrafa

 

Leia aqui algumas lendas:

 

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      INDÍGENAS DO BRASIL

   

As Dez Maiores Tribos Indígenas Brasileiras


1. GUARANI

POPULAÇÃO - 46 566
Os guaranis "brasileiros" (também há guaranis no Paraguai e na Bolívia) dividem-se em três grupos: caiová, ñandeva e mbya. Embora eles tenham costumes comuns - como viver em grandes grupos familiares (tekoha) liderados política e religiosamente por um dos avós -, cada grupo fala um dialeto particular e tem suas peculiaridades: a poligamia, por exemplo, é proibida entre os caiovás, mas é bem aceita entre os ñandeva
2. TICUNA
POPULAÇÃO - 26 813
Os ticunas vivem em aldeias ao longo do rio Solimões, tanto no Brasil quanto no Peru e na Colômbia, e são adeptos da caça e da pesca. Os núcleos familiares são agrupados em duas "metades": clãs com nomes de aves e clãs com nomes de plantas e animais terrestres. Um índio ticuna sempre se casa com uma representante da "metade" oposta e a nova família herda os hábitos do clã do homem. A língua deles é fonal, ou seja, a entonação muda o sentido das palavras
3. CAINGANGUE
POPULAÇÃO - 25 755
Nos casamentos, os caingangues também cruzam as "metades", como os ticunas. Mas, entre os caingangues, a nova família vai morar junto ao pai da noiva. Na hierarquia das comunidades a maior autoridade é o cacique, eleito democraticamente entre os homens maiores de 15 anos. O cacique eleito indica um vice-cacique, geralmente vindo de outra "metade", com o intuito de facilitar o planejamento político, já que punições só podem ser aplicadas por indivíduos da mesma "metade"
4. MACUXI
POPULAÇÃO - 23 182
Como vivem em uma região com períodos prolongados de seca e de chuva, os macuxis alternam entre dois modos de vida bem distintos. Durante a estiagem, formam grandes aglomerações e aproveitam para caçar, pescar, criar gado, cultivar alimentos e coletar madeira e argila - algumas aldeias também garimpam ouro. Na estação chuvosa, espalham-se em pequenos grupos que vivem dos alimentos armazenados durante a seca
5. TERENA
POPULAÇÃO - 19 851
É o povo indígena mais "urbanizado": há terenas trabalhando no comércio de rua em Campo Grande, MS, e na colheita de cana-de-açúcar. Uma das justificativas para a "urbanização" é a superPOPULAÇÃO - das reservas - o excedente populacional abandona as aldeias em busca de bicos para fazendeiros ou subempregos nas cidades. Ao contrário do que rola entre os caingangues, quando os terenas se casam vão morar com o pai do noivo
6. GUAJAJARA
POPULAÇÃO - 19 524
Antigamente, os guajajaras não se fixavam em um lugar por muito tempo, mas hoje esse costume se perdeu e as aldeias, além de permanentes, podem ser grandes, com mais de 400 habitantes. A agricultura é a principal atividade econômica, mas o artesanato também é uma fonte de renda importante. Entre os produtos cultivados está a maconha, cuja comercialização ilegal gera violentos conflitos com as Polícias Militar e Federal
7. IANOMâMI
POPULAÇÃO - 16 037
A Terra Indígena Ianomâmi, encravada no meio da floresta tropical, é um importante centro de preservação de biodiversidade amazônica, constantemente ameaçado pelos garimpeiros. Os ianomâmis têm o costume de aglomerar seus membros: várias famílias vivem juntas sob o teto de grandes habitações e geralmente se casam com parentes. Assim como os sobreviventes em Lost, os ianomâmis desconfiam dos "outros" (pessoas de outra etnia, brancos ou índios)
8. XAVANTE
POPULAÇÃO - 12 848
As cerca de 70 aldeias xavantes no MT seguem a mesma configuração: casas enfileiradas em forma de semicírculo. Numa das pontas da aldeia, há uma casa reservada à reclusão de meninos de 10 a 18 anos - eles ficam ali durante cinco anos e, ao final do período, saem prontos para a vida adulta. Uma festa marca essa transição. Os xavantes costumam pintar o corpo de preto e vermelho, além de usar uma espécie de gravata de algodão nas cerimônias
9. PATAXÓ
POPULAÇÃO - 10 664
Ganharam projeção nacional em 1997 com a morte do índio Galdino, incendiado por jovens de classe alta de Brasília enquanto dormia em uma rua da capital federal. O ganha-pão principal dos pataxós é o artesanato, com peças que misturam madeira, sementes, penas, barro e cipó. Nas festas, eles costumam dançar o típico auê, servir o mukussuy - peixe assado em folhas de palmeira - e o tradicional kauím - uma espécie de vinho de mandioca
10. POTIGUARA
POPULAÇÃO - 10 036
Os potiguaras são de origem tupi-guarani, mas hoje se comunicam em bom (e não tão claro) português mesmo. Eles costumam se referir aos não-índios como "particulares" e quase toda aldeia tem uma igreja católica e um santo padroeiro. O nome do povo significa "comedores de camarão", porque, além de tirarem o sustento de atividades agrícolas, caça, pesca e extrativismo vegetal, são grandes coletores de crustáceos e moluscos

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Hiatos,Ditongos e Tritongos

 5ºB

Primeiro vamos relembrar o que são encontros vocálicos...

Acesse o link abaixo e confira!

Agora faça uma pesquisa na internet!!!

Procure 10 hiatos, 10 ditongos e 10 tritongos e escreva três listas no seu caderno!

Agora que você tem todas as palavras no seu caderno faça um teste para ver se você aprendeu.

 

SIMULADOS



PORTUGUÊS 9 ANO


PORTUGUÊS 7 ANO


PORTUGUÊS 6 ANO


PORTUGUÊS 8 ANO